“Educação Ambiental é a dimensão dada ao
conteúdo e à prática de educação, orientada para a
resolução de problemas concretos do meio ambiente,
através de enfoques interdisciplinares e de uma
participação ativa e responsável de cada indivíduo e da
coletividade.”
Conferência de Tbilisi, 1977 (apud Almeida, 2000)
A experiência em Educação Ambiental vivida pela autora do presente trabalho ao longo do ano letivo de 2002 com a disciplina da parte diversificada do currículo, Oficinas Ecológicas, é relatada e discutida. Os resultados demonstraram uma melhoria gradativa na participação da maioria dos alunos nas aulas, especialmente, após o terceiro bimestre letivo. A sensibilização e um início de conscientização crescentes sobre a relação da conservação do ambiente com a qualidade de vida das pessoas também foram observados em diversos alunos, com maior ênfase após a exposição dos trabalhos preparados em grupo: cartazes, painéis, e maquete. O despreparo para a questão ambiental observado em diversos professores e a falta de condições materiais e financeiras para um bom planejamento pedagógico em Educação Ambiental tornam evidente a necessidade de um mais efetivo compromisso da parte do Poder Público na formação continuada dos professores sobre o tema da Educação Ambiental e a necessária contratação de profissionais da educação para que dêem o devido apoio psicopedagógico aos alunos. Prazo de pelo menos dois anos de atuação pedagógica em turmas com disciplinas relacionadas à Educação Ambiental, investimento das direções dos colégios no tratamento transversal do tema do Meio Ambiente, a busca da sistematização e do registro das experiências em sala de aula por parte dos professores são propostas conclusivas.
INTRODUÇÃO:
A partir de meados do século passado, graves problemas de ordem social, econômica e ecológica vieram se avolumando face à exacerbada exploração dos recursos naturais, resultante do imenso avanço científico e tecnológico. Tal situação propiciou o surgimento de ações individuais e coletivas que desencadearam uma série de reuniões e conferências internacionais que buscavam solucionar a crise ambiental instalada no mundo. Dentre as quais, destacam-se a Conferência de Estocolmo, 1972, a Conferência de Tbilisi, 1977 e a Rio-92, em 1992, como três momentos relevantes para a evolução da Educação Ambiental (PEDRINI, 2000). A Conferência de Estocolmo, Primeira Conferência da Organização das Nações Unidas para o Meio Ambiente, em 1972, levantava a necessidade de uma educação voltada para o meio ambiente – Educação Ambiental – reconhecida como essencial para solucionar a grave situação do meio ambiente. A partir de então, conferências sob o tema são realizadas, como a Conferência de Tbilisi, na Geórgia, cidade da ex-URSS, em 1977, que, por ter sido a primeira direcionada, exclusivamente, para a Educação Ambiental provocou “significativa mudança de mentalidade, principalmente em termos de Educação Ambiental, inclusive no Brasil.” (ALMEIDA, 2000, p.71).
Em nosso país, a Educação Ambiental ainda vem passando por muitos percalços para que possa ser realmente implantada e se desenvolva tanto no ensino formal quanto no não-formal. Não sendo uma atividade recente no Brasil, é mencionada no Decreto Legislativo Federal nº 3, de 13/2/1948, que aprova uma convenção para proteção de recursos naturais dos países da América, cujos governos contratantes manteriam parques nacionais para a educação pública (PEDRINI, 2000). Mas, somente no ano de 1981 é que ela veio a ser formalmente instituída pela Política Nacional do Meio Ambiente, Lei 6938/81 (PNMA, 1981), na qual o Art. 2º diz ser um dos princípios da Educação Ambiental, sua prática tanto na instância formal, em todos os níveis de ensino, como na instância informal, educação comunitária. Mais adiante, com o Parecer 226/87, de março de 1987, o governo federal indicaria o caráter interdisciplinar da Educação Ambiental e recomendaria sua realização em todos os níveis de ensino. Na primeira Constituição brasileira a citar a Educação Ambiental, a Constituição de 1988 (CFB, 1988), é claro o enfoque dado reduzido a uma visão ecológica dissociado da sua dimensão pedagógica.
Esse arcabouço jurídico-legislativo resultou de grandes lutas e ações em favor da Educação Ambiental dispersas por todo o território nacional e veio a ser representado na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, nº 9394/96, em que a Educação Ambiental encontra-se prevista no conteúdo curricular na Educação Básica, a partir das questões ligadas ao meio ambiente, corpo e saúde (DCNEM, 1998). A mesma lei, também, forneceu subsídios para que a questão ambiental passasse a se inserir nos Parâmetros Curriculares Nacionais como o tema transversal Meio Ambiente (PCN,1997).
PROPOSTA:
O presente trabalho trata da experiência em Educação Ambiental vivida pela autora, ao longo do ano letivo de 2002, com a disciplina da parte diversificada do currículo, Oficinas Ecológicas, por ela mesma elaborada a pedido da Direção do Colégio Estadual Amaro Cavalcanti, situado no Largo do Machado, Catete, Rio/RJ, aplicada a duas turmas suas de 1a série, cada uma com quarenta alunos.
Oficinas Ecológicas fundamentou-se na visão proposta pelo tema transversal Meio Ambiente (PCN,1997) e na ação prática, no estímulo à descoberta, ao pensar, ao criar, à experimentação e ao debate em sala de aula propostos por ANDRADE, SOARES e PINTO (1995). Apresentou os seguintes objetivos: a) desenvolver a capacidade de observação e pesquisa do aluno; b) estimular seu senso crítico em relação às questões ambientais; c) despertar a consciência da importância da preservação do meio ambiente e do respeito à natureza; d) incentivar no aluno a participação e o trabalho na busca de soluções para a melhoria da qualidade de vida de todos.
METODOLOGIA:
A metodologia foi dividida em quatro partes. Na primeira, foi fornecida ao aluno uma visão geral do Universo com breves informações sobre sua origem e evolução, sobre o sistema solar e o planeta Terra. Este sofreu uma abordagem ecológica em que foram discutidos seus principais ecossistemas. Depois, na segunda parte, o trabalho foi direcionado às várias regiões naturais brasileiras com enforque especial no estudo e reflexão do bioma Mata Atlântica, por ele abrigar o conjunto de ecossistemas: manguezal, restinga e floresta – ou pelo menos, o que restou deles – que ocorre na Cidade do Rio de Janeiro. Na parte seguinte, foram feitas a leitura e discussão de questões sobre degradação ambiental e seus reflexos no ar, água e solo, especialmente relacionadas aos grandes centros urbanos. E na quarta e última parte, foram apresentados e discutidos exemplos de ações populares em favor do desenvolvimento sustentável.
Os procedimentos didáticos compreenderam: leitura e discussão de textos; utilização de livro de Biologia (FAVARETO e MERCADANTE, 1999); vídeos; visita à Área de Proteção Ambiental (APA) São José, com entrada próxima ao Colégio (Parque Guinle); convite a cidadãos comprometidos com ações de defesa socioambiental para exposição e debate de suas experiências; elaboração, montagem e exposição de trabalhos.
A avaliação teve como princípio aqueles que norteiam a Lei de Diretrizes e Bases, Art. 24: observação do interesse e a participação do aluno na execução de trabalhos, dentro e fora da sala de aula, somados às aplicações de teste e de prova (LDB, 1996).
RESULTADOS E DISCUSSÃO:
No contexto de uma escola pública, o desenvolvimento de uma nova praxis educacional, como a Educação Ambiental, visa fomentar a compreensão clara de “a existência e da importância da interdependência econômica, social, política e ecológica nas zonas urbanas e rurais e proporcionar a todas as pessoas, a possibilidade de adquirir os conhecimentos, os sentido dos valores, as atitudes, o interesse ativo e as atitudes necessárias para proteger e melhorar o meio ambiente; induzir novas formas de conduta nos indivíduos, nos grupos sociais e na sociedade em seu conjunto, a respeito do meio ambiente” (DIAS,1991, p. 6). Entretanto, no decorrer das aulas no primeiro bimestre, observou-se um excesso de faltas e de impontualidade entre vários alunos, de 30 a 40% do seu total, o que dificultou sobremaneira a utilização da dinâmica participativa, imprescindível na Educação Ambiental. Tal comportamento de parte do corpo discente configurou-se como padrão para as turmas de 1ª série, no corrente ano, segundo avaliação dos Conselhos de Classe.
Tentativas foram feitas no sentido de incentivar uma maior participação deles nos trabalhos desde a ida à Área de Proteção Ambiental (APA) São José, com entrada pelo Parque Guinle, Laranjeiras, próximo ao Colégio, como também nas atividades de leitura, pesquisa e elaboração de textos, cartazes, painéis e maquete em sala de aula, o que, a partir do final do segundo bimestre, começou a apresentar resultados positivos; ou seja, uma maior adesão de alunos com interesse nas aulas. Sua participação nos trabalhos em sala foi aumentando pouco a pouco, chegando a representar no bimestre seguinte um aumento médio de 40% de presença sobre o quantitativo que vinha faltando. No terceiro bimestre, surgiu a oportunidade da autora trabalhar junto a ambas as turmas a elaboração de um roteiro de vídeo. Tal idéia baseou-se em seu trabalho final (PASTANA, 2002), apresentado no curso de extensão à distância da Seed/MEC: “TV na Escola e os Desafios de Hoje, sob o tema do meio ambiente do Largo do Machado e seu entorno: Largo do Machado e adjacências: um enfoque ecológico. Para tanto, preliminarmente os alunos receberam por meio da exibição de transparências as noções de produção de roteiro extraídas do volume três do curso supra citado (FIORENTINI E CARNEIRO, 2002). A participação foi boa e, dos trabalhos entregues, o escolhido destacou-se pela criatividade do texto que o grupo de alunas, turma 107, apresentou. Este será o fundamento do roteiro para o vídeo que futuramente será produzido no Colégio. Mais adiante, no final de outubro, a partir de inesperado contato feito com o militante ambiental André Abreu, fundador da Organização Não Governamental Rio Carioca, surgiu a possibilidade de, no último bimestre, se enriquecer o tema do roteiro com a exposição e debate, feitos por ele, sobre a história do referido rio e sua importância para a cidade do Rio de Janeiro. A exibição de um vídeo apresentando depoimentos sobre o rio complementou a aula. Produzido por uma comunidade de Laranjeiras, parceira da ONG, enfoca os problemas referentes ao lixo, a falta de saneamento e de participação da sociedade em favor de um bem comum histórico e inestimável para toda a região, como o rio Carioca: desde sua nascente na Serra do Corcovado até seu deságüe na Praia do Flamengo.
De uma maneira geral, pôde ser constatado que os alunos tiveram a melhor participação até então, a ponto de vários deles, motivados, haverem se comprometido com o expositor a participarem de um mutirão de limpeza do rio que iria se realizar no sábado seguinte àquelas aulas, o que confirmei posteriormente ao conversar com duas alunas que expressaram sua animação na referida ação ambiental. Isso, no entanto, contrapôs-se ao acentuado descompromisso de alguns deles, reflexo possivelmente da sua origem sócio-econômica nas classes populares que, atualmente, encontram-se com um número crescente de membros à beira da total exclusão da sociedade. Fato confirmado pelo quadro de dificuldades que a autora observou, como por exemplo: o desemprego dos pais, falta de um deles ou até o aluno ser encaminhado ao Colégio pelo Conselho Tutelar. Ainda assim, dentre eles houve aqueles que conseguiram se recuperar por empenharam-se verdadeiramente nesse sentido ao procurarem participar mais das aulas e ao tentarem realizar os trabalhos pedidos, mesmo que nos últimos momentos. Isso ocorreu, provavelmente, em parte, pela consciência deles da perspectiva de reprovação e, em parte, devido a um início de compreensão sobre a importância de participarem mais das aulas, especialmente de uma baseada em atividades práticas, como a de Oficinas Ecológicas. Nesse sentido, de uma maneira geral, pode ser constatado que houve uma melhoria qualitativa e quantitativa no interesse e sensibilidade dos alunos em geral com relação ao ambiente e, em conseqüência, o surgimento do início da conscientização do aluno em relação à importância do equilíbrio e da preservação ambiental para a saúde humana.
Abrindo parênteses aqui, as noções relativas ao meio ambiente são complexas e exigem que o aluno tenha uma base mínima proveniente das disciplinas da área de ciências naturais (Biologia, Física, Química) e da área de ciências humanas (Geografia e História), além do conhecimento da Língua Portuguesa e da Matemática, todas de forma integrada e relacional para que ele possa acompanhar o tema satisfatoriamente. No entanto, é lamentável como eles em geral chegam ao Ensino Médio: com graves deficiências tanto de leitura quanto de redação, conseqüências da falta de exercício de abstração, de escrita e de saber fazer a relação dos conteúdos atuais aos aprendidos nas séries anteriormente cursadas do Ensino Fundamental.
As questões da Educação Ambiental, cujos pressupostos oriundos das reuniões internacionais e reconhecidos por diversas leis brasileiras, ainda não se encontravam – nem se encontram – definidos enquanto tal entre os objetivos a serem alcançados pelo Projeto Político Pedagógico (PPP) do Colégio. Isso, certamente, configurou-se como empecilho ao bom encaminhamento do trabalho ora apresentado, inclusive por não ter havido ainda uma discussão mais aprofundada entre o respectivo Corpo Docente sobre o que são Parâmetros Curriculares Nacionais, Temas Transversais e como ocorre a relação entre eles e as disciplinas. Isso somado ao fato agravante do Colégio estar saindo de grave problema de gestão, ao ter de passar por uma direção interventora para somente a partir do último quadrimestre de 2001, tornar a poder eleger uma direção que precisa conciliar a urgência de ajustes à de avanços pedagógicos para superar o caos administrativo herdado. Tal quadro configurou-se assim como grande desafio também para a autora que a priori considera vital que haja ações com consistência e que possam fundamentar adequadamente uma saída pedagógica diante do desencanto e da inércia em que ainda se encontra a Educação, de uma maneira geral, apesar dos honrosos esforços pontuais que ocorrem nas redes públicas de ensino.
Deve-se ressaltar que os Parâmetros Curriculares Nacionais e os Temas Transversais têm sido objetos de várias críticas. Por exemplo, o MEC propõe, de forma geral, a articulação entre as diversas atividades escolares e entre elas e a sociedade por meio da inserção dos temas transversais às disciplinas curriculares. Mas, ao contrário do que se pretende, tal não ocorre, possivelmente até, por não ser a realidade social o eixo orientador da estruturação das disciplinas e sim uma suposta lógica interna que existe em cada campo de saber como exposta nos PCN (MACEDO, 1998; MACEDO e LIMA, 2001). Resulta, daí, um hiato previsível entre eles e tais temas. Esse fato, obviamente, torna mais difícil sua aplicação prática nas escolas e confirma o desinteresse oficial pela Educação Ambiental que vem unir-se ao mesmo desinteresse que historicamente é dedicado à Educação (DIAS, 1991).
Nesse sentido, não fica difícil compreender porque também há um grande distanciamento entre o que é proposto no Art. 64 da Lei de Diretrizes da Educação, sobre a formação para inspetores, orientadores educacionais e coordenadores pedagógicos, que diz: ” será feita em cursos de graduação em Pedagogia ou em nível de pósgraduação…” (LDB, 1996), e a realidade enfrentada nas escolas da rede do Estado em que tais profissionais tiveram seus cargos extintos e nada foi apresentado até hoje, como alternativa. Isso é significativo e causa apreensão, porque como pode-se pensar, no caso da Educação Ambiental, em articular atividades sob o tema do Meio Ambiente, na forma ou não de uma disciplina da parte diversificada, sem contar com o apoio de tais profissionais diante da clientela que chega atualmente à nossa rede estadual de Ensino Médio?
CONCLUSÃO:
A despeito dos obstáculos, a autora considera importante que principalmente o Poder Público Estadual, representado pela Secretaria de Estado de Educação, invista com mais acento na formação continuada dos professores, em especial, direcionada para a Educação Ambiental. E, paralelamente a isso, possibilite a contratação de profissionais da Educação que venham a dar o necessário apoio psicopedagógico aos alunos com problemas afins. Que possa haver a necessária ampliação do prazo mínimo de trabalho com disciplinas de Educação Ambiental nas redes públicas para dois anos letivos, de forma que assim possam ser obtidos resultados mais condizentes com os pressupostos da Educação Ambiental. Um real investimento das direções escolares para que se trate o tema ambiental da forma transversal, como proposto pelos Parâmetros Curriculares Nacionais seja realizado. Destaca a importância de uma eficiente busca de sistematização e registro das experiências pedagógicas efetivadas em sala de aula, pelos professores que atuam em Educação Ambiental, para que elas não se percam e para que se possa construir uma documentação do quê e como se está praticando este tema na Escola Básica e, em particular, no Ensino Médio.
Na verdade, há uma forte tensão entre o modelo cartesiano de conhecimento ainda vigente, fragmentado e voltado estritamente à especialização, e aquele outro que busca a relação entre os saberes e sua integração fundamentado na afirmação contemporânea do pensamento complexo, apontando para um novo paradigma.(MORIN, 2000; PETRAGLIA, 2002). Nesse sentido, a descontinuidade das ações que são presenciadas na Escola Pública, de uma maneira geral, dificultam muito a clareza e o entendimento da emergência desse processo o que torna o presente trabalho mais uma contribuição para que a mudança efetive-se no tempo mais breve.
BIBLIOGRAFIA CITADA:
ALMEIDA, V. M. M. Educação Ambiental. In: Curso de Direito Ambiental – Temas Atuais (apostila). Rio de Janeiro: CDA/OAB-RJ, 2000, p. 67-80
ANDRADE, L.; SOARES., G. e PINTO, V. Oficinas Ecológicas. 2ª ed., Petrópolis: Vozes 1996.
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______. Constituição Federativa do Brasil. Cap. 6: Meio Ambiente, Art. 225. Brasília, 1988.
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DIAS, G. F. Os Quinze Anos de Educação Ambiental no Brasil: um depoimento. Em Aberto 49: 3-14, 1991.
FAVARETTO, J. A e MERCADANTE, C. Biologia. vol. único. 1ª ed., São Paulo: Ed. Moderna, 1999.
FIORENTINI, L. M. R. e CARNEIRO, V. L. Q. Experimentação: Planejando, Produzindo, Analisando. IN: TV na Escola e os Desafios de Hoje … . v. 3. 2ª ed., Brasília: Ed. Universidade de Brasília, 2002, p. 51-74.
MACEDO, E. F. Parâmetros Curriculares Nacionais: a falácia de seus temas transversais. Revista de Educação, AEC 108: 73-89, 1998.
___________________ e LIMA, Elma C. de. Currículo, Cultura e Conhecimento. Cadernos Pedagógicos I (1): 109-117, 2001.
MORIN, E. A Cabeça Bem Feita: repensar a reforma, reformar o pensamento. Trad. Eloá Jacobina, 5a edição. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001.
PASTANA, G. I. I. Roteiro – Largo do Machado e adjacências: um enfoque ecológico. Trabalho final do Curso TV na Escola e os Desafios de Hoje. Rio de Janeiro, 2002. 6 p.
PEDRINI, A. de G. (org.). Educação Ambiental: Reflexões e Práticas Contemporâneas, 3a edição. Petrópolis: Vozes, 2000.
PETRAGLIA, I. C. Edgar Morin – A Educação e a Complexidade do Ser e do Saber, 7a edição. Petrópolis: Vozes, 2002.
AGRADECIMENTOS
À Professora Doutora Hedy S. Ramos de Vasconcellos por suas valiosas críticas e sugestões aos meus primeiros originais.
Ao Professor Doutor Jorge Pedro P. Carauta pela generosidade e profundo conhecimento humano.
À Professora Mestre Maria da Penha de Jesus por sua gentileza em revisar o conteúdo da Língua Portuguesa.
À Professora Rosane Malvar Sant’Anna por seu apoio, questionamentos e solidariedade.
À Professora Elizabeth C. Cavalcanti por sua atenção e importantes observações.
AUTORES
§ Grace Irene Imbiriba Pastana